Mostrando postagens com marcador senado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador senado. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de novembro de 2012

PEC das domésticas: ações e reações

Com a elevação geral na ordem de 100% nos custos de um empregador para assegurar todos os direitos, estes que caminham para a aprovação ao Senado, a pergunta é:  ainda poderei manter uma empregada doméstica em casa? Terei condições de continuar a ser uma empregadora doméstica?

A preocupação com as domésticas é plenamente justificável, mas e a preocupação com quem as emprega?  Qual foi a preocupação que tiveram os relatores com esta transição, com a mudança? Com quem realmente irá pagar por isso? Será um simples "virem-se" empregadores, "danem-se patroas" ou "deixem de empregar, ué"?

Já  pensaram em  quantas patroas irão deixar de oferecer empregos em suas casas? Isso é bom para a nossa economia? Isso irá aumentar a qualidade de vida da população que não é instruída (não por culpa dos empregadores) e não possui nível técnico? O PEC das domésticas irá trazer alguma forma de não descriminação da categoria empregadas domésticas?

A classe média mais uma vez terá de se adequar, e se reorganizar, principalmente em relação as questões de famílias com filhos.  E quais serão as reações às ações aprovadas por esse PEC?
A matéria: 'O fim de uma profissão' do Estado de São Paulo, do dia 13 de novembro de 2012, ressaltou pontos de atenção da emenda em aprovação. Leia aqui.

Eu, de minha parte, começo a reavaliar o quanto a empregada é necessária e talvez, quem sabe, deixe de ser uma patroa para contratar diaristas.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Uma informação que pode mudar a rotina de muita patroa: Diarista apenas uma vez na semana

O projeto do Senado que estabelecia o vínculo das diaristas a partir de três vezes por semana  foi alterado pela Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados.

Para não estabelecer o vínculo, a diarista deve prestar serviço até uma vez por semana em uma residência. A partir de duas vezes, a carteira de trabalho deverá ser assinada.
A sugestão para a modificação no texto do projeto veio de sugestões das representantes da classe das trabalhadoras. Também fica estabelecido que os pagamentos devem ser realizados pela patroa no dia da diária.

Para ser aprovado, como o texto do projeto foi alterado, este ainda deve ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara para depois seguir para aprovação ao Senado.

E eu li essa notícia no Jornal Metro a caminho do trabalho. Estava no vagão das mulheres. Olhei aquelas várias trabalhadoras, muitas patroas que terão que rever a organização que possuem para administrar a casa, a família e o trabalho, pois não vão conseguir encaixar em seus orçamentos um salário mínimo para uma futura ex-diarista que "ia" duas a três vezes por semana prestar serviço ems casa.
Pesos e medidas para colocar na balança e manter o equilíbrio doméstico. Missão de patroa.