segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Empregada Chique

Dorinha Duval, em suas memórias, me contou de uma "limpeza geral" que passou por causa de uma empregada na época em que trabalhava na noite como artista das boites e do teatro de revista, entre as décadas de 40 e 50.  A história é, no mínimo, curiosa. O trecho está no livro em que fui co-autora, lançado, em 2002, pela editora Record:

"Tinha uma empregada que fazia faxina, comida e tal. Um dia, fui ensaiar e pedi-lhe que batesse a porta ao sair. Fiquei  lá na boate vendo números novos. Quando voltei, não havia mais nada dentro dos armários, ela havia levado tudo que se possa imaginar, nem fui à boite à noite, porque não tinha roupa para trabalhar. Ainda por cima, a única peça que a emprega deixou foi um casaco de pele, com um bilhete que dizia: "Não levei porque já tenho um.""


Dorinha, beijos.

Malu do Livro

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