quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Depois de uma longa e florida primavera

Aquela empregada que ia aparecer na segunda-feira, que eu comentei no post anterior, nunca apareceu, nem mandou recado. Fiquei semanas enlouquecida, contando com ajuda de parentes, de faxineiras emprestadas. Fui tomada de roupas sujas, louças, após os meus dois turnos de trabalho. O mal humor tomou conta mesmo. Colocar a equipe dentro de casa pra funcionar com "extras" até que não foi difícil. A galera cooperou, o problema é que trabalho doméstico é mais eterno do que amor, aliás o deixa no "chinelo". Dura para sempre, mesmo.

Falei com várias empregadas ao telefone, ouvi uma série de exigências. Tentei até mudar o meu esquema para ver se conseguia uma. Estava já me planejando para viver sem empregada, quando apareceu uma que, depois dessa longa e florida primavera, está indo bem.

Voltei à frase:  ruim com elas, pior sem elas. Mas uma coisa eu aprendi na marra. Realmente temos que nos educar. É como o futebol, uma caixinha de surpresas. Pode dar certo ou não. Tem que estar preparado para se virar nos "trinta".  A gente não pode depender disso para não ficar à mercê das exigências que aparecem e mudar o nossa estrutura de vida.

Um comentário:

tatiana dutra e mello disse...

pois e', nem lembro mais o que é ter alguém trabalhando dia após dia em casa, arrumando, lavando, passando...por cá a maioria se vira sem elas mesmo; a menos que vc tenha muuuuiiiita grana, as domesticas sao bem incomuns. acho que se algum dia eu voltar a ter uma empregada em casa vou perguntar o que ela quer para o almoço já no primeiro dia!!!

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